O que é gestão de TI? Qual sua função e como implementá-la?

O que é gestão de TI? Gestão de TI é a atividade que coordena todos os processos relacionados à tecnologia da informação dentro de uma empresa. Logo, o gestor de TI é o profissional responsável por garantir a máxima eficiência no uso dos recursos humanos e tecnológicos, otimizando a performance da organização.

Sabemos que o mundo dos negócios está em constante evolução, impulsionado principalmente pelo avanço da tecnologia. Por isso, é cada vez mais importante entender o que é gestão de TI, saber como ela funciona na prática e conferir as atividades e os benefícios que este departamento pode gerar para o seu negócio.

Para te deixar por dentro do assunto, preparamos este artigo, no qual explicamos o que é gestão de TI e mostramos qual é o seu papel no dia a dia de uma empresa.

O que é gestão de TI?

gestão de TI é o processo de supervisionar todos os assuntos relacionados às operações e recursos de tecnologia da informação dentro de uma empresa. Sendo assim, o departamento de TI deve assegurar que todos os recursos e funcionários sejam utilizados de maneira efetiva, a fim de gerar valor para a organização.

Uma gestão de TI eficiente é imprescindível para qualquer companhia que deseje se destacar no mercado, devido ao seu importante papel nas organizações, desempenhando atividades como: gerenciamento de sistemas de informação, hardwares, transações financeiras, armazenamento de dados, comunicação, etc.

O que faz a gestão de projetos em TI?

Seja qual for a área de atuação da sua empresa, a tecnologia certamente faz parte do seu dia a dia. Isso porque ela se tornou um componente essencial para o desenvolvimento de qualquer tipo de negócio.

Da instalação de uma impressora à implementação de complexos sistemas de comunicação, é necessário que haja planejamento.

Esse é o papel da gestão de projetos em TI: organizar e proporcionar a máxima eficiência dos processos relacionados à tecnologia.

Neste ponto, os gestores de TI são responsáveis por otimizar estas ações, desde seu planejamento, passando pela implementação, até sua finalização, garantindo que tudo funcione de acordo com o esperado.

Quais as características de gestão de TI ?

gestão de TI, como uma disciplina de gerenciamento, é definida pelas práticas, políticas e procedimentos usados para gerenciar a seleção, implementação, uso e manutenção de todos os tipos de tecnologia da informação, em todos os tipos de negócios e ambientes de trabalho.

Na prática, a gestão de TI é tanto uma função de negócios quanto um imperativo para as organizações. Afinal, nós sabemos que a tecnologia é essencial para muitas (senão todas) as operações de negócios.

Isso coloca dois pesos enormes em cima do TI. Primeiro, a tecnologia precisa funcionar e ser utilizada. E, então, ela precisa fazer a diferença – precisa servir a algum propósito e gerar valor.

É aí que o desafio começa. Como uma prática empresarial, a gestão de TI é muito mais do que só instalar e manter a tecnologia rodando (apesar de isso  ser bastante importante), mas sim usá-la de maneira a ajudar e transformar.

No mundo real, nenhum departamento de TI pode atingir seus objetivos sem credibilidade suficiente. A gestão de serviços em TI precisa constantemente demonstrar que seus gestores não só têm expertise técnica, mas também:

  • conhecem o negócio;
  • entendem como ele funciona;
  • sabem o que ele precisa agora e no futuro.

Leia também: Como formar uma equipe de alta performance: 6 etapas + bônus

7 vantagens de uma boa gestão de TI

O principal objetivo da gestão de TI é melhorar a performance da empresa por meio da tecnologia. Com isso, este departamento é capaz de gerar uma série de benefícios, tais como:

  1. melhorar processos;
  2. reforçar boas práticas;
  3. aumentar a produtividade;
  4. otimizar a utilização de recursos;
  5. garantir a disponibilidade de sistemas e informações;
  6. garantir a segurança da informação;
  7. aumentar a competitividade da empresa em relação aos concorrentes.

Qual a importância da gestão de TI nas empresas?

Talvez você esteja se perguntando: “Afinal, o que faz a tecnologia da informação? Qual o seu papel nas empresas?”

O TI sustenta quase todas as atividades de uma empresa. Automação, processamento de dados e conectividade abriram as portas para eficiências e capacidades impensáveis anteriormente. Hoje, é impossível separar a tecnologia de operações empresariais cotidianas.

Ao mesmo tempo, uma empresa se torna vulnerável se seus sistemas não performam bem ou falham. Uma rede fora do ar, dados perdidos ou um malware são exemplos de problemas que podem impactar severamente suas operações.

É aí que entra a importância da gestão de TI, que tem como objetivo assegurar que os sistemas estejam segurosaltamente disponíveis e funcionais.

Gestão de TI como diferencial competitivo para o seu negócio

Se você está se perguntando: “Como a gestão de TI pode contribuir para que minha empresa se destaque no mercado?”, sua dúvida chegou ao fim! 

A gestão de TI é responsável pela adoção de novos sistemas, capazes de melhorar a performance da sua empresa. Algumas tecnologias emergentes podem revolucionar completamente a maneira de oferecer serviços, dentre elas:

  • machine learning;
  • analytics;
  • chatbots;
  • blockchain.

As mudanças atuais são sem precedentes na história. Toda companhia está passando por grandes mudanças ao ter contato com tendências de TI,como:

  • automação no fluxo de trabalho;
  • orçamentos de tecnologia descentralizada;
  • adoção rápida de serviços baseados em nuvem;
  • inteligência artificial como uma necessidade de negócios.

A importância da gestão de TI é justamente alertar os negócios para investirem mais do que nos últimos serviços ou sistemas.

A transformação digital requer inovação e pensamento estratégico e o estabelecimento de procedimentos padrões pode ajudar nesse quesito.

Para uma melhor gestão de TI, estabeleça padrões

Nós sabemos que o trabalho é mais fácil — e o sucesso é mais provável — quando você realiza a gestão de serviços em TI com um planejamento.

Padrões pré-definidos de TI fornecem esse “roteiro”, dando a você práticas testadas e procedimentos para guiar planos de ação e decisões.

As normas da gestão de projetos em TI definem um patamar de como os projetos serão gerenciados e os serviços serão entregues:

  • poupando tempo;
  • melhorando a qualidade;
  • reduzindo custos.

Mas somente ter padrões não é o suficiente. Eles precisam estar adequados às necessidades da sua empresa. As normas certas serão sempre suficientemente práticas, realistas, relevantes e, sobretudo, flexíveis.

Elas devem atender também às quatro maiores demandas de gerenciamento:

Estas são as áreas nas quais propósito, proficiência e produtividade são mais necessárias e podem ter o impacto mais significante.

Quais são as responsabilidades da gestão de TI?

Agora que você já sabe o que é gestão de TI e sua importância para o dia a dia das empresas, chegou o momento de conhecer quais são as atribuições do departamento.

Um ambiente de gerenciamento de serviços em TI consiste em uma variedade de hardwares, redes e componentes de software, incluindo computadores, servidores, roteadores, aplicativos e tecnologias mobile.

Uma infraestrutura de TI completa pode estar nas dependências da empresa, na nuvem ou em uma plataforma híbrida que integre os dois.

É papel da gestão de TI monitorar e dirigir os sistemas de TI, a fim de assegurar que estejam sempre disponíveis e funcionais. Sendo assim, as responsabilidades e tarefas da gestão de TI incluem:

  • determinar as necessidades do negócio para sistemas de TI;
  • gerenciar o orçamento e custos de TI;
  • monitorar a segurança e conformidade dos sistemas;
  • controlar a segurança da rede;
  • implementar novos softwares, hardwares e sistemas de dados;
  • providenciar suporte técnico.

Quais são os princípios da gestão de TI?

Dependendo do tamanho da sua empresa, você pode sugerir que sua companhia coloque em prática alguma estrutura de governança de TI, como controle de objetivos relacionados à tecnologia.

Tenha à mão uma lista de diretrizes para te lembrar em quê você deve focar e como fazê-lo. Existem cinco princípios da gestão de TI que você precisa saber:

  1. alinhe o TI com os objetivos gerais da organização: em outras palavras, assegure-se que o TI está na mesma página que o resto da empresa com comunicações regulares com os executivos. Tenha certeza de que o que você está fazendo está ajudando o negócio a alcançar suas metas;
  2. certifique-se que seus projetos e investimentos forneçam o valor prometido: isso requer follow-up e monitoramento. Quando algo está claramente beneficiando a organização, continue; mas se algo não está entregando os resultados esperados, livre-se dele;
  3. gerencie seus recursos sabiamente, incluindo seus funcionários: procure por maneiras de absorver suas habilidades e forças individuais;
  4. gerencie riscos ativamente: tome o tempo necessário para entender os riscos envolvidos em cada área de suas operações e faça tudo para minimizá-los. Esteja atualizado sobre os últimos ataques cibernéticos e regulamentações da indústria que você deve seguir;
  5. rastreie sua performance: use indicadores de desempenho de TI para demonstrar o valor da gestão de TI para sua empresa. As métricas têm o benefício de te dizer se você está atendendo às suas metas de performance e em quais áreas é preciso mais atenção.

 

Matéria: Encontre um Nerd

Home Office e Cibersegurança

Home Office e Cibersegurança: 7 dicas para evitar maiores riscos

Enquanto vivemos esse momento sem precedentes em uma sociedade altamente conectada, muitas empresas podem estar enfrentando uma série de dificuldades e receios em relação à prática do Home Office. Isso porque, com cada um trabalhando de suas próprias casas, a segurança de dados e de qualquer estrutura de TI pode acabar ficando mais vulnerável pela falta de conhecimento dos colaboradores de cada negócio.

Os perigos são diversos, de ataques de phishing e spam a conexões inseguras de Wi-Fi. Um distraído clique em algum link inesperadamente malicioso, por exemplo, pode levar à exposição de dados de grande importância para as empresas, e até o uso de diferentes serviços online sem o conhecimento do departamento de TI pode ser prejudicial, já que estariam fora do controle de quem entende de todas as medidas necessárias para evitar maiores riscos.

Diante dessas possíveis problemáticas, separamos algumas dicas para colocar a cibersegurança sempre em primeiro lugar no que se refere ao trabalho remoto que todos temos vivido hoje em dia. Confira:

  1. Tenha em mente que o acesso por meio de VPN é o mais indicado para as circunstâncias do Home Office;
  2. Use a criatividade para criar novas senhas ou mesmo redefinir antigas, além de nunca compartilhá-las de nenhuma forma;
  3. Certifique-se de o antivírus de seu computador está atualizado. Em caso de dúvidas, confirme com o departamento de TI;
  4. Evite sites de domínios duvidosos, como por exemplo: “www.dominio.corona.rw”;
  5. Tenha cuidado ao abrir e-mails de endereços desconhecidos e evite abrir anexos que desconhece a origem e/ou o conteúdo a ser apresentado;
  6. Evite cair em enganações: um e-mail oferecendo conteúdos gratuitos, por exemplo, pode ser apenas uma forma de conquistar seus dados pessoais;
  7. Não acesse torrents, cracks e outros compartilhamentos do tipo.

Em caso de quaisquer dúvidas ou necessidade de mais orientações, não hesite em entrar em contato conosco por meio de telefone, e-mail ou celular. Estamos à sua disposição para dar suporte e esclarecer novas dúvidas que possam surgir. Em suma: mesmo à distância, estamos com você. Conte conosco.

Os principais desafios que líderes de TI enfrentarão em 2020

Os principais desafios que líderes de TI enfrentarão em 2021

Da escassez de talentos às preocupações com privacidade, executivos precisarão superar diversos obstáculos ao longo das suas jornadas digitais

Paul Heltzel, CIO (EUA)

Neste ano, com certeza, os líderes de tecnologia permanecerão focados nos projetos de transformação digital. No entanto, o trabalho não será fácil. Pesquisas recentes sugerem que os erros cometidos pelas iniciativas de digitalização serão uma das principais causas de preocupação para as empresas.

Um relatório do Gartner sobre riscos emergentes mostra que, embora as empresas continuem priorizando e financiando projetos digitais, dois terços não apenas deixam de cumprir suas promessas, mas também revelam “pontos fracos da empresa, fazendo com que as organizações vejam uma lacuna entre expectativas e resultados”.

A tecnologia digital também cria desafios em outras áreas, e os líderes do setor afirmam que seus problemas mais desafiadores giram em torno de ameaças à segurança e privacidade de dados, além da escassez de talentos com habilidades em alta tecnologia.

Confira os desafios que os líderes de negócios esperam encontrar em 2021 e de que forma os executivos com visão de futuro estão lidando com eles.

Gig economy preocupa

As empresas frequentemente lidam com as lacunas de talentos digitais com trabalhadores temporários e outras estratégias flexíveis, mas os executivos de tecnologia veem a ascensão da Gig economy criando diversos desafios, incluindo manter a empresa e dados confidenciais em segurança.

As equipes distribuídas têm suas vantagens, incluindo flexibilidade e capacidade de passar por mudanças rapidamente. No entanto, o relatório do Gartner alerta que o trabalho remoto também exige planejamento para enfrentar desafios: “Uma força de trabalho crescente, tanto no modelo de trabalho em casa quanto no espaço de trabalho, expõe a organização involuntariamente a vulnerabilidades na privacidade de dados e na segurança de informações confidenciais.”

Apesar disso, segurança não é a única preocupação na Gig economy. “Encontrar o talento certo é sempre uma das principais preocupações”, diz Christine Telyan, CEO da UENI. “Por um lado, o crescimento da gig economy apresenta uma enorme oportunidade ao ampliar o conjunto de talentos que uma empresa pode acessar. Por outro lado, ter uma equipe – especialmente uma equipe de tecnologia – trabalhando dedicadamente em uma única meta de negócios sem se distrair com outros projetos tem suas vantagens. Encontrar o equilíbrio certo de talentos em tempo integral e parcial para uma empresa será fundamental para o sucesso em 2021.”

Dados confidenciais

As preocupações com a governança de dados estão em andamento e os requisitos específicos do GDPR e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam ser tratados em vários níveis e por vários departamentos de uma organização.

“Esses regulamentos – assim como outros que podem surgir [em 2021] – têm penalidades severas por não conformidade”, explica o cofundador e CEO da Qubole, Ashish Thusoo.

“As empresas precisam projetar suas arquiteturas para atender a requisitos como o direito de ter seus dados excluídos e o direito de deletá- los. Isso deve ser concretizado em todos os repositórios de dados e em todos os ambientes, incluindo nuvens privadas, públicas e híbridas. Os fornecedores continuarão inovando no próximo ano com recursos e soluções para ajudar a atender a essa necessidade crítica.”

ROI de novas tecnologias
As empresas que pretendem utilizar tecnologias avançadas, como IA e automação de processos robóticos (RPA), precisarão pesar os benefícios da inovação com os benefícios ​​para os negócios. Segundo Mahi Inampudi, CTO e CPO da Envoy Global, não basta adotar tecnologias apenas por serem tendências.

“Trata-se de encontrar o business case certo”, afirma Inampudi. “O equilíbrio de recursos para apoiar esse empreendimento e o crescimento dos negócios continua sendo um grande desafio para todos os CIOs e CTOs. Nunca há recursos suficientes para executar todas as boas ideias que os negócios possam ter; portanto, o roteiro sempre precisa priorizar o maior valor agregado e o menor nível de esforço, independentemente de o valor advir de novas tecnologias de ponta ou alavancar capacidades existentes.”

Ameaças à segurança
Em vez de concentrar os esforços de segurança no combate a hackers ou ameaças desconhecidas, Jake Olcott, vice-presidente de classificações de segurança da BitSight, está mais preocupado com sistemas que não abordaram vulnerabilidades já conhecidas.

“As vulnerabilidades de zero day recebem mais atenção da mídia, mas em 2021, os hackers não se incomodarão com esses ataques altamente divulgados”, observa Olcott. “Em vez disso, eles se dedicarão a estratégias simples, como obter acesso a uma rede por meio de um fornecedor, de um terceiro ou por falta de aplicação de patches.”

Olcott também prevê que as violações de dados continuarão causando problemas para as empresas da Fortune 1000, devido a falhas na segurança da organização e de seus parceiros. Para lidar com a questão, o especialista afirma que as empresas devem concentrar seus esforços no monitoramento contínuo de ameaças à segurança.

Outro desafio relativo à segurança para é o combate ao aumento de ransomwares. Ken Galvin, gerente sênior de produtos da Quest Software, sugere que algumas organizações precisarão criar uma nova função para profissionais de segurança dedicados a combater softwares maliciosos.

“Metade da batalha para solucionar um problema de segurança é isolá-lo”, explica Galvin. “Mas, com o pessoal de TI sobrecarregado e estressado, e as idas e vindas necessárias para fazer um plano, aprová-lo e determinar o orçamento para resolver um problema, sempre há atrasos. O nível C está começando a entender agora, mais do que nunca, a importância da proteção contra ataques de ransomware. Deve haver alguém delegado especificamente para trabalhar com equipes para identificar problemas de segurança, determinar como resolvê-los e garantir que as medidas apropriadas sejam aprovadas para proteger os negócios desses ataques cada vez mais sofisticados.”

Gerenciamento de riscos – e expectativas

Matt Mead, CTO da SPR, reconhece as descobertas do Gartner sobre a frequência com que as iniciativas digitais falham, mas essa realidade pode ser difícil de gerenciar entre as demandas pela adoção rápida de novas tecnologias. “Hoje, as empresas e os clientes esperam que as soluções tenham lançamentos rápidos e capazes de se adaptar ao longo do tempo, relata Mead. “A TI precisa adotar novas tecnologias, tendências e abordagens para avançar no ritmo esperado. É difícil cumprir o prazo e o orçamento. Os CIOs precisam gerenciar todos os projetos de TI de maneira a mitigar os riscos. Comece certificando-se de que os projetos estejam usando uma abordagem ágil moderna e coloque todas as atividades de alto risco no início do ciclo de vida do projeto. Dessa forma, se um projeto não for bem-sucedido, poderá falhar rapidamente e não em estágios posteriores.”

O Gartner aconselha dividir iniciativas em projetos distintos para reduzir riscos em toda a organização. “A divisão de testes de modelo de negócios em iniciativas discretas evita o potencial de interrupções catastróficas. As organizações de sucesso favorecem investimentos incrementais, o que ajuda a organização a aprender em escala”, de acordo com o relatório.

Enfrentando a lacuna de talentos

A falta de talentos em TI fará com que as organizações busquem soluções através da automação, diz John Ferron, CEO da Resolve Systems. “Essa falta de trabalhadores técnicos qualificados chega em um momento em que a complexidade da TI está aumentando exponencialmente e os volumes de dados estão explodindo – todos impulsionados por iniciativas de transformação digital sustentadas por departamentos de TI com equipes pequenas.

Os times de TI devem esperar um foco crescente na automação inteligente e nos AIOps para ajudá-los a produzir mais com menos esforço, automatizando tarefas e processos repetitivos.”

Desenvolvimento de novas habilidades

Para Inampudi, da Envoy Global, o desenvolvimento de novas habilidades é fundamental, mas é desafiador em um ambiente em que a tecnologia está evoluindo em um ritmo cada vez maior. “Criar uma cultura de aprendizado e desenvolvimento é provavelmente um dos tópicos mais importantes para os CIOs todos os anos. Quando todos sentimos que estamos aprendendo e sendo desafiados no trabalho, a retenção melhora”, diz Inampudi.

“Minha preocupação sempre será se estamos excedendo as expectativas elevadas dos nossos clientes.”

Problemas com a nuvem

Estratégias de primeira migração para a nuvem podem levar a problemas que obrigam o recuo das empresas. “É um erro não forçado”, argumenta Adrian Moir, líder em tecnologia da Quest Software. “À medida que mais e mais organizações começam a adotar a nuvem híbrida, veremos eventualmente uma tendência de repatriamento da nuvem, que é o que acontece quando as empresas não investem adequadamente na migração para a nuvem. De repente, as organizações estão percebendo que estão gastando significativamente mais do que o previsto.” Para Moir, as empresas devem analisar os dados e as cargas de trabalho que possuem antes de contemplar a migração para a nuvem, a fim de descobrir os custos e os possíveis impactos envolvidos.

Mudança cultural em um mundo digital

Geoff Webb, vice-presidente de estratégia da PROS, afirma que a transformação digital requer um compromisso contínuo que evolui ao longo do tempo. Além disso, é preciso investir na mudança de mentalidade, e não só depender de novas tecnologias.

“Os líderes de negócios precisarão entender que a transformação digital não termina, mas se torna parte de como os desafios são resolvidos”, observa Webb. “Especificamente, eles precisam entender como as empresas podem impulsionar o nível de alinhamento organizacional necessário para fornecer resultados significativos com rapidez suficiente para impactar os negócios. É fácil lançar novas tecnologias em cima de um problema, mas a mudança profunda que precisa ocorrer exige um nível de suporte cultural e organizacional que pode ser desafiador para ser impulsionado e mantido a longo prazo.”

Matéria: CIO

Com o Home Office, o que muda na relação de parceria?

Com o Home Office, o que muda na relação de parceria?

Quando falamos de relação de parceria, queremos falar dos papéis de quem fornece e de quem compra. Por que a palavra parceria, então? Porque hoje em dia não há nenhum desafio fácil, todas as empresas estão sendo pressionadas para entregar algo cada vez melhor, cada vez mais barato, sem erros e, de preferência, com alguma experiência incrível pelo cliente. Muita coisa, não é?

Para desafios grandes, em que muitas coisas são desconhecidas, é difícil que qualquer empresa tenha todas as respostas. Mais do que nunca elas precisam de alguém que seja muito mais do que o fornecedor de algo: ela precisa de um parceiro verdadeiro que esteja presente nas alegrias e tristezas desse caminhar. Nesse caminhar desconhecido, ambas as partes, fornecedor e cliente, irão errar. Então espera-se que primeiro se resolva a questão – que também pode incluir o cliente do cliente – e, depois, de forma honesta e construtiva, procurem-se as causas dos erros.

São nesses momentos que o fato de estar junto, numa co-construção da solução, é que a palavra “parceiro” cai muito bem. Trata-se quase que um casamento, onde dois pilares fundamentais devem estar em jogo: valores comuns e visão de futuro compartilhada. Portanto, uma parceria entre fornecedor e cliente pressupõe o compartilhamento de estratégias, visões e valores explícitos e verdadeiros entre essas duas partes.

Agora, num momento de trabalho remoto – quando é mais difícil não errar, quando a confiança deve estar previamente estabelecida, quando as incógnitas são maiores e quando a velocidade é um fator decisivo –, como não considerar o seu fornecedor um verdadeiro parceiro? É disso que essa relação se trata, acreditando ou não.

Nós da Disoft acreditamos nisso e temos atuado dessa forma nos últimos anos, sempre buscando a alocação de responsabilidades primeiro e, depois, acompanhando e trabalhando as ocorrências, mantendo um olhar de parceiro ao lado de nossos clientes. Tanto que, nesta atual crise, tivemos um processo muito fácil e transparente de adequação com nossos clientes.

Na área de Serviços estivemos totalmente disponíveis desde o começo, 24 horas por dia, apoiando nossos clientes a implantar o trabalho remoto da forma mais rápida possível. Já na área de Soluções, como o ERP Openbravo foi um dos primeiros ERP’s já nascidos na nuvem, desde sempre esteve disponível remotamente para garantir suas funcionalidades – neste momento só ficamos atentos para que os processos dos clientes funcionassem sem quebra de fluxo e para que suas receitas não fossem afetadas.

Crises sempre existirão, umas mais fortes do que outras. Mas a atitude de estar presente, mesmo sem saber o que teremos adiante, é fundamental. Não é fácil, mas acreditamos que o trabalho remoto veio para ficar e que parcerias verdadeiras serão cada vez mais necessárias para lidar com as imprevisibilidades dos novos tempos.

Tecnologia, proteção de dados e a LGPD

Tecnologia, proteção de dados e a LGPD: como manter seu negócio sempre seguro?

Bilhões de pessoas estão conectadas à internet gerando dados de forma independente. Somado a esse universo, temos as empresas criando e coletando informações de diferentes fontes para operar seus negócios. Estamos na era do Data Driven e nenhuma empresa, seja ela pequena, média ou grande, pode deixar de lado essa evolução. A informação se tornou o petróleo das organizações.

Processos são digitalizados, dados e históricos são cruzados. Todas as empresas passaram a ser gerenciadas por meio de seus dados e, portanto, a tecnologia, que é essencial para qualquer negócio se manter competitivo, vira a protagonista das operações. Mas, e quando esse mar de informação começa a ser exposto a riscos? Ataques cibernéticos bloqueiam os sistemas das empresas, roubam seus dados e, nessa seara, se perde receita, clientes e oportunidades de negócios. Somente no ano passado, segundo a Ponemon Institute, 67% das empresas pequenas e médias sofreram algum tipo de ataque virtual e, quando eles acontecem, dados pessoais de clientes são expostos.

Somada à preocupação com o vazamento das informações, agora esse alerta se soma à preocupação com a entrada da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020. Com ela, virão autuações e multas que podem fragilizar por completo uma empresa. E quando apontamos para essa questão, vemos que há um grande problema no despreparo das empresas em relação à perda de dados e falta de pessoas com conhecimento para criar barreiras de proteção contra os ataques.

No que tange às pequenas e médias empresas, muitas vezes essas operações não têm um departamento estruturado de TI, com conhecimento técnico e especializado para a implantação de planos de contenção e uma estratégia de proteção. Neste caso, e principalmente agora com a entrada da LGPD, o caminho é buscar especialistas no mercado para a criação de um plano de proteção da TI.

Esta preocupação também pode beneficiar as empresas na operação, não apenas na redução de custos e perda financeira a partir de uma gestão de riscos. É possível melhorar a reputação no mercado, ganhar produtividade e disponibilidade dos sistemas, reduzir as vulnerabilidades e ainda alcançar uma redução média de 70% dos incidentes relacionados à Tecnologia da Informação. Mais do que se prevenir, a atenção e o cuidado com sua TI pode apoiar na evolução de seu negócio.

*Claudio Emanuel de Menezes é CEO da Disoft

Matéria: Estadão

Comprometimento nas relações de trabalho

Comprometimento nas relações de trabalho

Após as primeiras semanas de “home office”, período em que o senso de urgência se instalou, talvez seja hora de pensarmos de forma mais definitiva sobre com quem iremos trabalhar e confiar em longo prazo – tanto em relações cliente-fornecedor como entre líderes-liderados – e considerando que, a princípio, provavelmente não haverá nenhum contato social.

Parece que o conhecido teatro corporativo perdeu força e o que sobrou é, de fato, o comprometimento e capacidade de entrega de cada um. Afinal, não é plausível que uma empresa que prometa muitas coisas em seu site seja difícil de ser contatada. Ou que uma pessoa que quer um trabalho numa empresa não dê nenhum retorno a partir dos contatos oferecidos.

Então o que entrou em jogo, agora mais do que nunca, neste novo momento de pandemia? Será que agora não ficamos mais próximos da verdade do que antes, quando tínhamos toda uma estrutura corporativa para nos proteger? Se prometo algo no site de minha empresa e não dou retorno no tempo devido com a desculpa da distância ou se faço mil exigências ao prospect antes de ouvi-lo de verdade – defendendo o meu antes de me colocar à disposição –, estas são condutas que mostram bastante os valores de cada empresa. Podemos dizer então que, neste novo momento, valores da cultura corporativa estão bem mais expostos do que antes e a verdade sobre cada empresa tende a aparecer muito mais do que antes.

Se o que de fato vendemos não são produtos e serviços, mas sim a nossa cultura, este momento de relações à distância deverá colocar os valores de cada empresa à prova, pois estarão sendo exercidos em cada pequeno momento de contato remoto pelas diversas pessoas de cada empresa. E a única forma de ter uma empresa verdadeira é ter, mais do que nada, colaboradores íntegros.

Um mundo novo está se abrindo, novos aprendizados virão, e uma mudança estrutural também está ocorrendo por uma vida mais simples, com menos exageros e com relações mais sinceras e comprometidas entre empresas e pessoas.

Conte com a Disoft

Conte com a Disoft: otimize as principais demandas de TI da sua empresa com total segurança.

Atualmente, todas as empresas têm demandas de TI que devem ser atendidas diariamente. Service Desk, Gestão de Projetos, Gestão e Governança são alguns dos aspectos operacionais e financeiros que podem ser otimizados com uma estrutura sólida de TI – coisa que a Disoft pode oferecer com tranquilidade e de acordo com as necessidades básicas e também mais complexas do dia a dia do seu negócio.

Com o nosso respaldo, os esforços diários se tornam mais assertivos a fim de garantir os melhores resultados, sempre levando em consideração tanto a totalidade do plano de crescimento da sua empresa como a segurança. No mundo em que vivemos hoje, afinal, é preciso estar sempre de olho aos riscos que as transformações digitais podem oferecer e se antecipar a eles, mantendo sempre a estabilidade e continuidade das informações.

 

Qualquer que seja sua área de atuação – seja um escritório de advocacia, uma escola ou outros serviços –, nós damos total apoio ao seu empreendimento de forma tanto tecnológica como humana. Sim, humana. Damos total apoio a nossos colaboradores para atender cada caso de forma única e visando suas melhores oportunidades. Com um alto nível de excelência, prezamos por processos consistentes que atendam tanto a efetividade que você espera como a qualidade para todos os envolvidos.

 

Entre em contato conosco para entender melhor sobre como a Disoft pode apoiar o seu negócio a crescer com mais segurança, tranquilidade e confiança. Estamos dispostos a mudar o seu dia a dia e de seus colaboradores para melhor, garantindo sempre um espaço de reflexão dentro das especificidades do seu segmento.